Fernando Henrique Cardoso é prestigiado durante apresentação marcante de encerramento no XXI Congresso Fenabrave!
Fernando Henrique Cardoso
O ex-presidente reforçou que é fundamental investir em educação e política para construir o país que os brasileiros querem dentro dos próximos 30 anos
Tecnologia, educação e criatividade são áreas vitais para o fortalecimento do Brasil diante da crise econômica mundial. Esses foram apenas alguns dos pontos abordados pelo ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, durante a XXI edição do Congresso Fenabrave, realizado esta semana, em São Paulo. Durante a palestra magna de encerramento do evento, Fernando Henrique criticou a falta de discussão por parte do Congresso Nacional sobre questões relevantes para a nação.
Para Fernando Henrique Cardoso, o calcanhar de Aquiles do Brasil continua sendo a falta de investimento. “Uma faixa de crescimento anual em torno de 3% a 4% é razoável; menos do que isso é preocupante”. Segundo ele, mais importante do que ter capital para investir, é necessário haver, principalmente, confiança e solidez. O cientista social disse que a inventividade está escassa no mundo e que, apesar do Brasil ter se desenvolvido ao longo dos anos, precisa urgentemente de inovação. “Nosso conjunto educacional não estimula a criatividade. Trabalhamos sempre com a rigidez e modelos pedagógicos antigos, e é essencial adequá-los à realidade que vivemos, caso contrário estaremos sempre presos ao conservadorismo que muitas vezes nos impede de seguir adiante”.
De acordo com o ex-presidente, é preciso elencar os assuntos fundamentais e concentrar os esforços no que realmente é necessário daqui a 20 ou 30 anos para termos um país melhor e mais bem posicionado no cenário global. De acordo com ele, as instituições precisam discutir mais sobre tecnologia e educação, pois os temas são considerados decisivos para construir um modelo socioeconômico que se sustente em um real progresso.
Ao final de sua apresentação, Fernando Henrique Cardoso deixou o público do Congresso Fenabrave extasiado ao reforçar que “o Brasil tem energia suficiente para organizar discussões relevantes para a nação. Precisamos de mais comprometimento e entusiasmo pelo que podemos fazer”, complementou o ex-presidente.
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BNDES sinaliza mais financiamentos para o setor automotivo
Luciano Coutinho
Estão previstos cerca de R$ 4 milhões de crédito para aumentar a capacidade de produção de novas fábricas nos próximos anos
No que depender do presidente do BNDES, Luciano Coutinho, os programas de financiamento para todos os segmentos da indústria automotiva serão mantidos em 2012. O compromisso foi reafirmado, na manhã desta sexta-feira (25), durante o XXI CONGRESSO FENABRAVE. Mesmo diante de um cenário de incertezas nas economias da Europa e dos Estados Unidos, estão previstos cerca de R$ 4 milhões de crédito, para aumentar a capacidade de produção de novas fábricas nos próximos anos. “Felizmente, o nosso sistema bancário está muito bem”, afirmou Coutinho.
Na análise feita pelo presidente do BNDES, o crescimento das economias de países em desenvolvimento tem sido positiva, cerca de 3,5% acima dos países desenvolvidos, especialmente os que fazem parte do BRICS (Brasil, Índia, China, Rússia e África do Sul). “Além de ser um dado curioso, ele indica o potencial que o País tem para estar entre as cinco maiores economias em crescimento do mundo. A preocupação do governo brasileiro é evitar a excessiva desaceleração do crescimento, já sentida pelos reflexos da crise internacional”, disse.
A confiança no governo brasileiro também deve atrair, segundo anunciou Coutinho, a entrada de U$ 1 trilhão de capital estrangeiro até 2015, o que vai contribuir para o avanço de setores, a exemplo do Telecom, além do automotivo.
Futuro do setor automotivo
A queda na produção global de veículos de 77 milhões de unidades registrada em 2010 tem surtido efeito, mas não estagnou o setor automotivo brasileiro que, até outubro de 2011, apresentou aumentos de 3% e de 10% na produção e nas vendas, respectivamente. De acordo com o presidente do BNDES, o apoio à indústria automotiva será mantido. “Bens de capital com rodas, exceto carros de passeio, continuarão tendo a nossa atenção. Nos últimos anos, liberamos cerca de R$ 6 bilhões para aumentar a capacidade produtiva de novas fábricas”, afirmou Coutinho.
Outros investimentos foram destacados pelo BNDES aos empresários do setor de caminhões e implementos agrícolas, com a liberação de R$ 20 bilhões, até outubro de 2011, para demonstrar os incentivos que vêm sendo renovados pelo governo.
Ao encerrar a palestra, Coutinho se comprometeu em avaliar as sugestões feitas pelos representantes da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), como a demora na liberação do crédito para compra de máquinas agrícolas, que pode levar até 60 dias, reduzindo as margens de lucro do setor.
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Sistema de desmontagem de veículos é discutida no Congresso Fenabrave
De acordo com Fenabrave, dos quase 7 milhões de veículos que circulam no Estado, aproximadamente 3 milhões não poderiam estar nas ruas
O envelhecimento da frota de veículos e o seu descarte correto foi um dos assuntos levantados durante a XXI edição do CONGRESSO FENABRAVE, que se encerrou hoje (25), em São Paulo. Guilherme Afif Domingos, vice-governador do Estado de São Paulo, que participou ontem da solenidade de abertura do evento, afirmou que cerca de 30% da frota de veículos da cidade não deveria estar em circulação, devido ao estado de conservação do veículo.
Essa situação agrava-se pelo fato de a cidade de São Paulo não ter um sistema de desmontagem de veículos. De acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), dos quase 7 milhões de veículos que circulam no Estado, aproximadamente 3 milhões não poderiam estar nas ruas, por não oferecerem condições de segurança no trânsito, destacou Sérgio Reze, presidente da entidade. Na presença do vice-governador e do presidente da Anfavea, Cledorvino Belini, Reze fez uma convocação oficial, durante o Congresso, propondo a desmontagem de veículos para mudar esse cenário.
O presidente da Fenabrave acrescentou ainda que, há mais de dois anos, o tema é recorrente em conversas com o governo do Estado. “Essa é a grande oportunidade que temos para melhorar as condições do meio ambiente e segurança, além de reduzir os custos que estes veículos geram. Tenho certeza que muitos poderão se beneficiar desse sistema, que poderá ser estendido a todo o País, não exclusivamente à cidade de São Paulo”, concluiu o presidente da Fenabrave.
O vice-governador de São Paulo também ressaltou a importância maciça das montadoras durante o Congresso Fenabrave. “A presença das principais lideranças do setor automotivo no evento é, para nós do governo, uma demonstração de que quando há a união dos setores na busca de objetivos convergentes, tudo fica mais fácil”.
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Volkswagen, MAN, Honda, Massey Ferguson e Randon são as marcas mais desejadas de 2011, segundo a Fenabrave

Uma votação realizada pela internet revelou a preferência dos consumidores em comerciais leves, caminhões, motocicletas, máquinas agrícolas e implementos rodoviários. O resultado apontou a Volkswagen como a marca mais desejada em duas categorias do prêmio concedido pela Fenabrave, durante a solenidade de abertura do XXI CONGRESSO FENABRAVE. A fabricante foi a vencedora das categorias “Automóveis e Comerciais Leves” e “Caminhões e Ônibus”.
Na categoria “Motocicletas”, a vencedora foi a Honda; em “Tratores e Máquinas Agrícolas”, a Massey Ferguson, e no segmento “Implementos Rodoviários”, a marca mais desejada é a Randon. Em sua terceira edição, a premiação que consagra as empresas mais desejadas do ano em cinco categorias recebeu votos pela internet entre os meses de outubro e novembro.
Conheça as finalistas em cada categoria do prêmio “A marca mais desejada”:
Automóveis e Comerciais Leves
1º lugar – Volkswagen
2º lugar – Fiat
3º lugar – Toyota
Caminhões e Ônibus
1º lugar – Volkswagen MAN
2º lugar – Mercedes Benz
3º lugar – Scania
Motocicletas
1º lugar – Honda
2º lugar – Yamaha
3º lugar – Kawasaki
Tratores e Máquinas Agrícolas
1º lugar – Massey Ferguson
2º lugar – New Holland
3º lugar – John Deere
Implementos Rodoviários
1º lugar – Randon
2º lugar – Guerra
3º lugar – Noma
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Brasil continua nos planos futuros da Volvo Caminhões
Roger Alm
“O mundo está em constante mudança e temos que estar preparados para o futuro”. Este foi o desafio lançado pelo presidente da Volvo Caminhões Brasil, Roger Alm, na abertura da sua palestra, durante a XXI edição do CONGRESSO FENABRAVE, que termina hoje em São Paulo. Na avaliação do executivo, fatores como crescimento da população, mudanças climática, escassez de commodities e acesso mais rápido à informação devem fazer parte do plano estratégico da indústria automotiva ao se criar um novo produto.
Com mais de 15 mil unidades vendidas este ano, a empresa comemora o crescimento consecutivo pela terceira vez de 33% no mercado brasileiro. Esta posição aparentemente confortável só aumenta a pressão para superar os resultados. “Temos que ser cada vez mais inovadores e criativos na gestão do negócio, sabendo aproveitar as oportunidades”, disse Alm.
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Ford anuncia investimentos de R$ 4,5 bilhões no Brasil até 2015
Marcos de Oliveira
O presidente da Ford, Marcos de Oliveira, foi um dos convidados mais prestigiados pelo público do XXI CONGRESSO FENABRAVE, que lotou o auditório do evento na tarde desta quinta-feira (24) para assistir a apresentação do executivo. Marcos de Oliveira reforçou que a montadora mantém o compromisso com o País na manutenção de investimentos e que, apesar de pujante, o setor automobilístico no Brasil precisa crescer de maneira sustentável nos próximos anos.
Atualmente, a Ford é a montadora que mais vende veículos acima de R$ 50.000 no Brasil e, recentemente, anunciou sua entrada no mercado de caminhões extrapesados, o novo produto global da empresa. Durante sua apresentação, Marcos explicou que a Ford irá destinar R$ 4,5 bi no País entre 2012 e 2015, para atualizar os setores que envolvem as linhas de tecnologia e segurança embarcadas. O objetivo da empresa é modernizar as tecnologias disponíveis nos modelos e torná-las cada vez mais acessíveis para a conectividade. Os investimentos também serão designados na melhoria das redes de distribuição e capacitação da mão-de-obra em diversas áreas de serviço.
Projeções
De acordo com Marcos Oliveira, as perspectivas de venda até o final de 2011 devem chegar a 3.650 milhões de veículos vendidos, número inferior à projeção de 3.690 prevista pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), no início deste ano. Marcos discorda da projeção da entidade por acreditar que o crescimento das vendas nos próximos anos deve se aproximar do PIB nacional, que é um crescimento mais planejado e saudável para a indústria brasileira. Na opinião do executivo, a missão das montadoras para os próximos cinco anos deve ser o foco na melhora da competitividade para acompanhar a progressão das vendas de maneira sustentável no longo prazo.
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Visão 2012 de negócios na categoria motocicletas abre a tarde do segundo dia
A agenda da tarde do segundo dia do XXI CONGRESSO FENABRAVE reuniu presidentes de associações de classe e da indústria para debater as perspectivas de negócios para o setor em 2012. Com o tema “Visão de 2012 pela Montadora”, Roberto Yoshio Akiyama, presidente da ABRACICLO (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Bicicletas e Similares), abriu os trabalhos.
Akiyama apresentou um panorama atual da indústria brasileira, destacando aspectos do cenário macroeconômico e setorial de motos, categoria que vem se tornando popular em diversos aspectos, diante do perfil do condutor brasileiro. Ele também citou a necessidade cada vez maior de investimentos em tecnologia e sustentabilidade e ações para a segurança, a exemplo das já realizadas pela ONU e ABRACICLO, que envolvem os Estados em eventos da valorização da paz no trânsito.
No segundo bloco, representantes da ASSOHONDA (Associação Brasileira de Distribuidores da Honda), ABRACY (Associação Brasileira dos Concessionários Yamaha), ASSUZUKI (Associação Brasileira dos Concessionários de Motocicletas Suzuki) encerraram os debates. Moderado pelo vice-presidente da Fenabrave, Aldair Câmara, o debate levantou a questão “Como as concessionárias de motocicletas precisam se preparar para o ano de 2012?”. Dentre os vários tópicos mencionados pelos convidados da mesa redonda, ganharam destaque os investimentos em concessionárias multimarcas, a criação de novas fontes de receitas e a valorização do setor de usados e seminovos. “Só nos resta mexer na gestão de negócios. Cabe a cada marca treinar a sua rede de concessionárias, melhorar o modelo de negócio e o relacionamento com as montadoras”, concluiu Carlos Prata, presidente da ABRACY.
“Estamos em fase de consolidação dos números para 2012. Portanto, vamos nos basear nas melhores previsões e trabalhar para transformá-las em realidade. Já é possível concluir que o novo ano não deverá ser muito diferente de 2011. O segmento de duas rodas tem bastante potencial de crescimento e, aos poucos, a moto se torna o verdadeiro veículo popular”, finalizou Akiyama.
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O agronegócio brasileiro pode fazer parte de um projeto global
Roberto Rodrigues
Com a missão de alimentar as futuras gerações e prover energia renovável frente à escassez das reservas naturais, o Brasil ganha cada vez mais a atenção mundial. Na avaliação do ex-ministro da Agricultura e atual presidente do Conselho Superior do Agronegócio da FIESP, Roberto Rodrigues, é necessário criar um projeto de interesse global. Em sua palestra para empresários do setor da Distribuição Automotiva, durante o Congresso Fenabrave, ele apresentou os cenários para o agrobusiness e defendeu a segurança alimentar e energética com sustentabilidade para que o País cumpra esta missão.
Nas projeções da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), a oferta de alimentos precisa crescer em 20% até 2020, e somente o Brasil deve aumentar a sua produção em 40% neste período. Com a população crescendo, atualmente em sete bilhões de habitantes, e a melhoria da renda nos países emergentes, não é exagero se pensar num novo modelo de gestão para o agronegócio. “Podemos assumir a liderança desse projeto, mas precisamos ter estratégias claras e de parcerias internacionais”, afirmou Rodrigues.
Atualmente, o agronegócio brasileiro representa 22% do PIB nacional e responde por 38% das exportações do País. Além da importância que os números representam para a economia, Roberto Rodrigues também destacou o avanço tecnológico em áreas da biotecnologia, nanotecnologia e agroenergia entre fatores que credenciam o Brasil como celeiro do mundo.
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GM projeta vendas de 1,5 milhão de unidades em 2015
Jaime Ardila
Influenciar cada vez mais a decisão de compra dos consumidores. Este é um dos desafios da GM, terceira maior fabricante de veículos no Brasil. Com projeções de vendas de 1,5 milhão de unidades até 2015, a empresa mantém seus planos de investimentos no País. Durante sua palestra, no XXI Congresso Fenabrave, Jaime Ardila, presidente da GM para América do Sul e Brasil, chamou a atenção do setor de distribuição de veículos para os rumos que a indústria automobilística deve seguir nos próximos cinco anos e como as empresas devem se capacitar para atender as necessidades do mercado.
“O Brasil será um dos países que mais vai crescer no segmento de carros A (menores), que deverá atingir 11% do volume total de veículos produzidos em 2016”, sinalizou o executivo. Ainda de acordo com Ardila, o País tem influenciado outros segmentos da indústria, nas categorias B (médios) e C (sedãs). Com a perspectiva de que nos próximos anos a classe C representará quase 100 milhões de pessoas, conceitos como tamanho do veículo, preço competitivo e estilo de vida fazem parte da estratégia da GM para fidelizar novos consumidores e ampliar a participação na América do Sul.
Em suas considerações finais, Jaime Ardila deixou alguns questionamentos e propostas para os concessionários estarem cada vez mais próximos dos seus clientes. “Estamos atrasados em relação à qualidade da infraestrutura que oferecemos ao mercado que, entre outros fatores, impacta na nossa logística. É preciso profissionalizar cada vez mais a gestão”.
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Autoridades e líderes do segmento de distribuição de veículos reúnem-se para discutir o setor na XXI edição do Congress Fenabrave
Na manhã desta quinta-feira (24), a XXI edição do Congresso Fenabrave reuniu autoridades e líderes das principais entidades do setor da distribuição de veículos dos continentes americano e europeu. A mesa redonda internacional foi presidida pelo americano Stephen Wade, presidente da National Automobile Dealers Association (N.A.D.A.), e a abertura dos trabalhos realizada pelo vice-governador do Estado de São Paulo, Guilherme Afif Domingos.
Guilherme Afif
De acordo com ele, entre setembro de 2006 e 2011, a frota de veículos em São Paulo cresceu de 15.936 para 22.615, e nos últimos 20 anos, o Estado investiu em PPPs (Parcerias Público Privadas) para as rodovias, tendo as melhores estradas do País atualmente. Durante a ocasião, Afif anunciou que até 2018 serão destinados investimentos da ordem de R$ 48 bilhões para a construção de 120 km de novas linhas do metrô e trens que atendem a região metropolitana de São Paulo. “O Brasil é o quarto maior mercado automotivo do mundo, mas é necessário investir em transportes urbanos alternativos para melhorar a situação caótica do trânsito e fazer com que o mercado de venda e distribuição de automóveis continue aquecido”, complementou o vice-governador.
Os representantes de entidades ligadas ao setor enriqueceram o discurso de Guilherme Afif traçando um panorama do mercado sob a ótica de suas organizações. Stephen Wade, presidente da National Automobile Dealers Association (N.A.D.A.), Alejandro Saubidet, da Associação Latinoamericana de Distribuidores de Automóveis (ALADDA) e Antônio Coutinho, representando a associação de distribuidores de veículos de Portugal, fizeram colocações importantes sobre os rumos do mercado automotivo nos próximos anos.
A reunião emblemática foi encerrada com uma homenagem ao presidente da Fenabrave, Sérgio Reze, que recebeu menções honrosas dos líderes por seu admirável engajamento político e trabalho desenvolvido à frente do setor ao longo dos anos.
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